A versão revisada do orçamento do FGTS para este ano prevê um rombo de Cr$2,12 trilhões. Essa é a diferença entre a previsão de recursos disponíveis e o que o Fundo se comprometeu a desembolsar com obras de habitação, saneamento e infra-estrutura contratadas até dezembro passado. A queda prevista na arrecadação do Fundo devido à recessão contribuiu para o rombo. Mas o grande volume de contratações efetuado nos últimos dias do ano pela ex-ministra da Ação Social Margarida Procópio foi um fator decisivo. Os compromissos assumidos até dezembro vão exigir um desembolso de Cr$7,25 trilhões este ano, enquanto os recursos disponíveis são de apenas Cr$5,13 trilhões (FSP).