O ministro da Justiça, Célio Borja, pretende criar uma nova lei para disciplinar com mais rigor os serviços de segurança privada. Atualmente, existem 110 mil pessoas armadas que trabalham em empresas particulares de segurança em todo o país e que estão cadastradas junto ao Ministério da Justiça. Na verdade, este exército privado é bem maior, como admite o próprio ministro. Estão cadastradas apenas os serviços de segurança para empresas. Célio Borja disse que "é preciso limitar a ação dos serviços da polícia particular, que é armada e muitas vezes sem nenhum preparo para ter porte de arma". O ministro disse que a fixação de novas regras para o setor será uma das tarefas do secretário de Polícia Federal, Romeu Tuma. A outra será articular a relação do governo federal com as polícias civis estaduais (FSP).