Os sete mil operários da construção civil que trabalham na Hidrelétrica de Xingó, principal obra do governo federal no Nordeste, paralisaram completamente as atividades ontem. Eles reivindicam maiores salários à direção do Consórcio Xingó, constituído pelas empreiteiras Mendes Júnior, CBTO e Constran. Os operários querem também melhores condições de trabalho e alojamento. A direção do consórcio calcula em Cr$1,6 bilhão o prejuízo diário das empreiteiras (O ESP).