Por falta de recursos, somente os doentes que dependem de tratamento continuado para sobreviver e as vítimas de endemias têm hoje a garantia do acesso a medicamentos distribuídos pela CEME (Central de Medicamentos), do Ministério da Saúde. O orçamento previsto para a CEME este ano é de Cr$1,2 trilhão, quando o Ideal" para atender a programação seria de Cr$6,8 trilhões, segundo cálculos do presidente do órgão, José Tinoco. Para o primeiro semestre deste ano foram liberados Cr$398 bilhões, e a solução foi limitar a compra de medicamentos (O ESP).