O governo brasileiro decidiu assumir a posição dos seus credores e, com o mesmo rigor, vai cobrar créditos de cerca de US$10 bilhões que lhe são devidos por países da América Latina e do continente africano. A estratégia é a de reescalonar os débitos, sem aceitar a redução do estoque da dívida, a partir de uma agenda de negociação, que começa no dia oito de abril, com a Bolívia, e se desdobrará até o final de junho, quando serão retomados os entendimentos para o pagamento das dívidas de Moçambique, República Dominicana e Guiné. O montante da dívida de cada um dos países não é revelada pelo governo (O ESP).