A direção nacional do PFL decidiu ontem intervir por 180 dias no diretório de Goiás. A razão principal foi um esquema de favorecimentos. Alcides Inácio de Freitas, presidente do PFL-GO, é acusado de desviar US$10 milhões em algodão do governo. Ele é dono da SAMA que, em 1988 guardava parte do estoque regulador de algodão do governo. Cerca de US$10 milhões do produto sumiram (FSP).