A fita em que o ex-ministro Antônio Rogério Magri afirma ter recebido US$30 mil de suborno é autêntica e foi gravada no gabinete do Ministério do Trabalho e da Previdência Social. Não houve montagem. As conclusões são do Instituto Nacional de Criminalística e foram apresentadas ontem à Polícia Federal. O laudo ainda terá de ser acrescido do parecer da UNICAMP. O documento é hoje a principal prova que a PF tem contra Magri. A decisão de aceitar ou não a gravação como prova criminal será do Supremo Tribunal Federal (STF) (FSP).