Depois de pedir um empréstimo com juros subsidiados de US$500 milhões ao governo, os donos das três maiores empresas áereas do país (Varig, Vasp e Transbrasil) saíram do Palácio do Planalto, ontem, irritados. O governo está disposto a socorrer financeiramente as empresas, mas exige um programa de redução nos custos. Uma das alternativas em negociação com o Ministério da Aeronáutica é a formação de um pool para as rotas internacionais. As empresas passariam a se revezar em vôos internacionais ociosos, diminuindo os custos. O secretário de Imprensa da Presidência da República, Pedro Luiz Rodrigues, disse que o governo não vai se pronunciar sobre o pedido das empresas até que haja uma definição sobre os custos (FSP).