Apesar de ser relativamente nova e de ter um parque industrial tecnologicamente moderno, a indústria siderúrgica brasileira consome 30% a mais de energia elétrica do que as empresas européias do mesmo setor. Isso é resultado da não-adoção de novas tecnologias disponíveis e da não-otimização dos procedimentos já existentes para racionalização do consumo de energia. Essas são algumas das conclusões de um estudo comparativo do consumo energético da indústria siderúrgica brasileira e dos países pertencentes à CEE (Comunidade Econômica Européia). O estudo envolve outros seis setores com alto consumo de energia: fertilizantes, cimento, papel e celulose, têxtil, petroquímica e vidro (GM).