A Confederal Vigilância e Transportes de Valores S/A, citada pelo ex- ministro do Trabalho e Previdência Social, Antônio Rogério Magri, na conversa gravada pelo ex-diretor de Arrecadação do INSS, Volnei Ávila, devia Cr$6,69 bilhões à Previdência em agosto do ano passado (Cr$23 bilhões em valores atuais). Esse dado foi fornecido em janeiro pelo então presidente do INSS, José Arnaldo Rossi, ao senador Eduardo Suplicy (PT- SP). A empresa não reconhece ser devedora, contesta os cálculos e garante que jamais renegociou débitos com a Previdência. Ontem, a deputada federal Cidinha Campos (PDT-RJ) divulgou uma lista de 44 empresas que, segundo ela, desapareceram da relação de devedores do INSS. Entre elas está a Confederal. Da nova lista também desapareceram duas empresas da família Collor (Jornal e TV Gazeta de Alagoas), duas da família Sarney (Rádio e TV Mirante), e as estatais LBA, Radiobrás e Dataprev, entre outras. A deputada enviou requerimento ao INSS pedindo explicações sobre o emagrecimento das empresas em débito (O ESP).