A BRASPETRO, subsidiária da PETROBRÁS, está negociando com o governo da Líbia seu retorno ao programa de perfuração de poços de águas e que deram um prejuízo de US$87 milhões à empresa brasileira, com a interrupção do projeto em 1991, após cinco anos de trabalho. O caso, até hoje sem solução, foi parar na arbitragem da Câmara de Comércio Internacional, em Paris (França). O presidente da PETROBRÁS, Ernesto Weber, pretende recuperar o prejuízo e renegociar o contrato em novas bases com os líbios, além de retomar as negociações com o governo de Angola, onde a empresa, por responder fora do prazo a um edital de licitação, perdeu para a Texaco a oportunidade de ampliar a exploração de petróleo (JB).