O Pólo Petroquímico de Camaçari enfrenta a pior crise de sua história. Depois de ostentar por 15 anos o título de carro-chefe da economia baiana e ter driblado períodos recessivos que atingiram parte da indústria nacional, o complexo ficou o ano de 1991 com um prejuízo de US$150 milhões, e uma queda de 10% na produção em relação a 1989. Cerca de 60% das 16 maiores empresas do pólo encerraram o período com prejuízos vultuosos. A COPENE, central de matérias-primas do pólo, encerrou 1991 com um prejuízo de US$59,8 milhões-- o primeiro resultado negativo de sua história. A produção de petroquímicos foi afetada diversas vezes no ano passado por problemas de abastecimento de nafta (JB).