O ex-presidente do INSS, José Arnaldo Rossi, contrariou a procuradoria do órgão e ratificou, no dia 20 de dezembro último, um acordo para o parcelamento de um débito de Cr$4 bilhões da Transportadora Coral, que não recolhia contribuições para a Previdência Social desde 1976. Dois dias antes, a Justiça decretara a prisão de Oswaldo Rodolpho Weinert, um dos proprietários da empresa. Uma denúncia do procurador João Luiz Monteiro Pereira, sobre irregularidades envolvendo a transportadora e dirigentes do INSS, já estava na 17a. Vara Federal Rio de Janeiro. Pereira foi afastado do caso e a Coral até hoje não fez nenhum pagamento ao INSS (O ESP).