Alguns garotos paulistanos estão, com uma frequência cada vez maior, trocando as armas de brinquedos por revólveres de verdade e atirando para matar. No ano passado o número de homicídios (69) e latrocínios (37) cometidos por menores dobrou e triplicou, respectivamente, em relação a 1990. Em 1992, de 1o. de janeiro até anteontem, pelo menos seis assassinatos cometidos por menores foram manchetes das páginas policiais e dos noticiários de tevê. A maioria dos assassinatos foram praticados após tentativa de assalto (O ESP).