Pesquisadores brasileiros vão testar, pela primeira vez no mundo, uma nova droga contra a AIDS em portadores do vírus causador da doença, o HIV. A droga, ainda conhecida pelo código L-696.229, é produzida pela companhia farmacêutica Merck, que aposta nela como uma potencial sucessora do AZT. Mas, assim como o AZT, não se trataria ainda da cura total e sim de uma forma de aumentar a sobrevida. O estudo será feito em dois lugares: na Faculdade de Medicina da USP, pela equipe do médico Vicente Amato Neto, e na Escola Paulista de Medicina. Ainda não há, porém, permissão do Ministério da Saúde para o começo do estudo. A comissão de ética do Hospital das Clínicas da USP já aprovou a pesquisa (FSP).