O ministro da Infra-estrutura, João Santana, tem em suas mãos um relatório de uma auditoria que aponta diversas irregularidades praticadas pelo liquidante da INTERBRÁS (Petrobrás Comércio Internacional S/A), Markus Mozes Watz. Entre outras coisas, os auditores apuraram que Watz pagou indevidamente US$581,1 mil à Filsan-- Equipamentos e Sistemas S/A, contrariando a posição da assessoria jurídica e do Conselho Fiscal da INTERBRÁS. Ele é acusado também de fazer pagamentos irregulares a seu assessor financeiro contratado, Jaime Ghitnick (inclusive salário em mês não trabalhado) e de conceder passagens internacionais indevidas ao escritório de advocacia Idel Aronis. O escritório foi contratado indevidamente, assim como outras quatro empresas escolhidas em licitação irregular para assessorar a INTERBRÁS (JB).