Autoridades militares confirmaram ontem que um grupo ligado ao ex-ministro chefe do extinto SNI (Serviço Nacional de Informações), general Octávio Medeiros, tentou desenvolver a bomba atômica durante o governo João Figueiredo. A Tecmat, empresa criada na década de 80 para fabricar grafite para um reator nuclear do Exército, encontra-se em concordata por causa do corte de verbas para o projeto e deve ao Banco do Brasil cerca de Cr$1,5 bilhão. O secretário de Ciência e Tecnologia do Exército, general Romero Lepesqueur, confirmou que o reator poderia capacitar o Brasil a produzir armas nucleares (O ESP).