Os empresários ligados à FIESP acreditam que basta ao governo reduzir a carga tributária para que a economia brasileira retome o processo de crescimento. "Não precisamos de muito, basta voltar ao que era antes, quanto aos prazos de recolhimento dos impostos", afirmou o presidente da entidade, Mário Amato. O acordo alcançado com o FMI associado a outros fatores positivos, como a queda das taxas de juros no exterior e a recém-descoberta, pelos investidores estrangeiros, de atrativos para o seu capital no Brasil, já são suficientes para as empresas brasileiras voltarem a prosperar. Mário Amato afirmou que essa foi a posição unânime dos membros do Conselho Superior de Economia da FIESP. Durante a última reunião daquele Conselho, empresários e economistas concluíram que há mais pontos positivos do que negativos no quadro de conjuntura (O ESP).