O Exército, Marinha, Aeronáutica e o Estado Maior das Forças Armadas, através de documento enviado à Comissão Provisória de Estudos Constitucionais, rejeitam a diluição da autoridade pessoal do presidente da República em um colegiado. No ítem Segurança Nacional contestam "as visões simplistas que atribuem às Forças Armadas a responsabilidade pela atual hipertrofia do Estado e pelos malogros do período 1964-1985, que precisam ser superadas para que a nova Carta não venha a debilitar a segurança da nação sob pretexto de ampliar a do cidadão". No item relativo ao serviço militar, o documento considera que sua obrigatoriedade deve estar na Constituição, assim como o fim da discriminação contra mulheres e eclesiásticos. Segundo os militares, deve ser evitado o princípio do serviço militar voluntário porque "poucos jovens melhor aquinhoados econômica e culturalmente serviriam como soldados" (O Globo).