NOVOS CORTES PARA CUMPRIR ACORDO COM O FMI

Novas e severas medidas de contingenciamento dos gastos públicos-- tanto na administração direta quanto indireta-- serão editadas pelo governo federal até meados de fevereiro para garantir o ajuste fiscal negociado com o FMI (Fundo Monetário Internacional). Os cortes vão atingir despesas de custeio e de investimento de cada ministério, autarquias, fundações e empresas estatais. E o controle será mensal. Cada órgão público só poderá gastar aquilo que for previamente fixado, na base de faixas de valores que vão considerar as prioridades orçamentárias, de modo a cumprir metas trimestrais. Haverá controle sobre os empréstimos destinados ao setor público pelo bancos oficiais federais, em especial com relação ao crédito concedido pela CEF (Caixa Econômica Federal) ao saneamento básico. Estamos dimensionando medidas adicionais para compensar a perda de US$2
44574 bilhões do projeto de tributação aprovado em dezembro com arrocho sobre
44574 as despesas e providências que vão aumentar a arrecadação fiscal, disse ontem o secretário nacional de Planejamento, Pedro Pullen Parente (GM).