A Previdência Social é uma das maiores empresas imobiliárias do país, com um acervo de 7.467 imóveis. O número é tão expressivo que o superintendente regional do INSS no Rio de Janeiro, Carlos Eduardo Seabra, propôs ao ministro Antônio Rogério Magri a contratação de uma administradora de imóveis para cuidar dos apartamentos, casas, lojas, terrenos e até do cemitério que o INSS possui em Santa Catarina. Sem falar de um hotel de alta rotatividade que o INSS mantém em um morro do Rio. Como não há quem cuide, a maioria dos terrenos foi ocupado e a Previdência terá de se conformar com o prejuízo. O que não foi perdido foi alugado "a preço de banana", como as 23 salas comerciais no centro do Rio de Janeiro: algumas tem preço de Cr$5 mil mensais (O ESP).