Apesar de ser o estado mais rico do Brasil, São Paulo está em 4o. lugar em condições de vida que oferece à sua população. O primeiro lugar é do Rio Grande do Sul, seguido por Distrito Federal e Santa Catarina. O ranking foi obtido em estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), do Ministério da Economia. O estudo usou três itens: espera de vida ao nascer, taxa de alfabetização e PIB (Produto Interno Bruto) per capita. No Rio Grande do Sul, o primeiro colocado no estudo, a esperança de vida ao nascer é de 72,6 anos, a taxa de alfabetização é de 89,5% e o PIB per capita US$5.261. Já em São Paulo, onde o PIB per capita é bem maior (US$7.773), a esperança de vida ao nascer é de 67 anos e a taxa de alfabetização é de 90,5%. A melhor taxa de alfabetização é do Distrito Federal (92%). Brasília tem também, segundo o estudo, o maior PIB per capita (US$8.665). O último colocado é o Estado da Paraíba, com 51,9 anos de expectativa de vida ao nascer, 63,1% de taxa de alfabetização e US$1.203 de PIB per capita. O penúltimo colocado é Alagoas, onde a taxa de alfabetização é ainda menor do que na Paraíba. Mas só não vai para o último lugar porque a expectativa de vida é melhor: 53,9 anos. Ainda segundo o estudo, o Ceará ocupa o terceiro pior lugar em condições sociais oferecidas à população. No estado, a expectativa média de vida é de 64 anos e o PIB per capita é de US$1.492. Depois do Ceará, os estados com pior situação sob o aspecto social são o Piauí, com PIB per capita de US$910, e o Rio Grande do Norte, que tem US$1.647 de PIB per capita (FSP).