Em seus três primeiros anos de governo, a prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PT), inchou a máquina administrativa municipal. Até novembro de 1991, 16.618 novos funcionários foram contratados (15,23% a mais do que ao fim da gestão Jânio Quadros). Se não reduziu despesas com o funcionalismo, a prefeitura cortou investimentos em obras e instalações. Hoje, a despesa de pessoal corresponde a 36,56% da despesa total da prefeitura (na gestão Jânio, era de 19,25%). A prefeitura aplicou em obras 9,2% do valor dispendido por Jânio em seu último ano de governo (US$70,04 milhões contra US$761,14 milhões) (FSP).