O presidente da FIESP, Mário Amato, afirmou ontem que o país não suporta mais um trimestre tão difícil quanto este, e a indústria menos ainda. Seus votos para 1992 são: "menos governo, menos impostos, mais liberdade de produção e mais trabalho". A melhoria dos salários não entrou na lista de desejos. Para Mário Amato, ela só virá com a regulamentação da participação nos lucros (O ESP).