O ministro da Justiça, Jarbas Passarinho, afirmou ontem que o governo brasileiro não aceitará dinheiro de entidades não-governamentais (ONGs) ou instituições internacionais, como a ONU, para demarcar os 9,4 milhões de hectares da reserva yanomani, em Roraima, criada por decreto do presidente Fernando Collor. Segundo Passarinho, o dinheiro a ser aplicado será brasileiro e disse não temer uma recusa do Congresso Nacional na aprovação de um pedido suplementar de verba de Cr$2,8 bilhões, necessários à demarcação (O ESP).