O ministro da Infra-estrutura, João Santana, voltou a defender ontem na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados a extinção do monopólio da PETROBRÁS, e ameaçar com demissão os diretores dessa e de outras empress estatais que não sigam sua orientação. Santana avaliou em US$120 bilhões as reservas e o patrimônio da PETROBRÁS, o que torna essa empresa, segundo ele, "praticamente imprivatizável", dado o volume de recursos que precisa mobilizar na sua compra. Segundo ele, sua defesa não é pela privatização completa da estatal, e sim pela abertura de seu capital e extinção do monopólio, como ocorre no caso da CVRD (Companhia Vale do Rio Doce) (FSP).