O ministro da Justiça, Jarbas Passarinho, defendeu ontem a exploraçaão das riquezas existentes na área indígena yanomani, com 9,4 milhões de hectares em Roraima e Amazonas, cumprindo-se as normas constitucionais, em benefício dos próprios índios. "A reserva yanomani não é uma terra para ficar como santuário", afirmou Passarinho, ressalvando que a exploração das áreas indígenas só pode ser feita após decisão do Conselho de Defesa Nacional e, posteriormente, via projeto de lei no Congresso Nacional (JB).