Sete pessoas estão presas em Montevidéu, acusadas de integrar uma quadrilha de traficantes internacionais de órgãos humanos. Os transplantes (fala-se em 200 rins transplantados, dos quais 60 em cidadãos brasileiros) seriam feitos em um hospital de São Paulo. Segundo a polícia, dois médicos brasileiros faziam as operações. A polícia chegou ao suposto bando através das informações de quatro pessoas operadas. Entre os receptores estariam um alto funcionário de uma empresa que importa carros e um empresário do setor frigorífico. Pela lei uruguaia, o tráfico de órgãos é proibido. Os receptores também podem ser processados (FSP).