CONSORCIADO QUE DESISTIR RECEBERÁ DINHEIRO CORRIGIDO

Os consorciados que deixarem de quitar as prestações por não suportar os aumentos poderão receber de volta o valor já pago corrigido pela inflação, quando o grupo a que pertencem for encerrado. Segundo o promotor Aírton Florentino de Barros, há jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça garantindo o reajuste. A secretária nacional de Economia, Dorothéa Werneck, admitiu haver suspeitas de mau uso do dinheiro dos clientes, que estaria sendo depositado em contas pessoais de diretores de administradoras. O consorciado que desconfiar da saúde financeira da empresa poderá pedir prestação de contas em juízo (O ESP).