Um grupo de 35 industriais-- grandes, médios e pequenos--, membros da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), pediu uma mudança no processo eleitoral da entidade. Eles levaram um documento a Mário Amato, presidente da FIESP, reivindicando, para as eleições de meados de 1992, "dois turnos": uma eleição para o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) e outra, dias depois, para a FIESP (GM).