Segundo as informações, a nova política industrial do governo, que será anunciada este mês pelo presidente José Sarney, como parte do Plano de Metas, reforça a tese da adoção de reserva de mercado para "atividades pioneiras estratégicas" na área industrial. O documento esclarece a possibilidade de serem formadas "joint-ventures" de capital nacional e estrangeiro, mas fixa que, nesses casos, há que ter "controle nacional sobre a gestão, a tecnologia e o capital". O documento, elaborado pelo Ministério da Indústria e Comércio (MIC), determina, também, a criação de maiores barreiras alfandegárias e fiscais para proteção da indústria nacional (FSP).