SINDICATO AVALIA EM 40% A ADESÃO DOS QUÍMICOS À PARALISAÇÃO

Cerca de 40% dos químicos do pólo de Paulínia mantiveram a greve ontem, segundo dia do movimento por melhores salários. A avaliação é do diretor do Sindicato dos Químicos de Campinas, Paulínia, Valinhos e Sumaré, Domingos Sávio de Oliveira. A direção do sindicato (filiado à CUT) decidiu pela continuidade da greve. O movimento foi iniciado às 22 horas do último dia 17 (FSP).