GRAMPO NA TELESP ENVOLVE 12 MILITARES

Pelo menos 12 militares, na maioria coronéis reformados do Exército e que trabalharam no extinto SNI (Serviço Nacional de Informações), integram o grupo responsável pela espionagem telefônica na TELESP, em São Paulo. Segundo o advogado Waldemar Marques Ferreira, licenciado da chefia do Departamento de Segurança da empresa, o grupo é comandado pelo coronel Walter Cunha, chefe-geral de Informática e Sistemas. Marques, responsável pela descoberta de um caso de "grampo" na semana passada, acredita que alguns destes militares ainda servem ao governo, na SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) (JB).