A empresa Diana Paolucci, uma das vencedoras da concorrência (sua parte foi de Cr$4,3 bilhões) para fornecer ao Exército, com preços superfaturados, uniformes e outros produtos, fez um contrato com a Polícia Militar de São Paulo, em 1987, considerado ilegal pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado). A empresa venceu a tomada de preços realizada pelo Centro de Suprimento e Manutenção de Material de Intendência da corporação, para fornecer cinco mil artigos de couro, mas entregou pelo menos 1.250 unidades a mais e recebeu pagamento por todas as peças. O preço apresentado pela empresa foi de Cr$14,850 milhões, mas o pagamento foi superior a Cr$18,562 milhões (O Globo).