O ministro das Relações Exteriores, Francisco Rezek, comanda, a partir do dia quatro de novembro, uma ofensiva para que parte do bolo de US$120 bilhões que o Irã vai gastar com a reconstrução do país fique com empresas brasileiras. Ele ficará três dias em Teerã, acompanhado de mais de 50 empresários e funcionários do governo, e presidirá a reunião da comissão mista bilateral. O Brasil está se credenciando para uma fatia de US$12 bilhões. O Irã é, desde julho do ano passado, o maior fornecedor de petróleo do Brasil (O ESP).