O Conselho Superior de Orientação Política e Social (Cops) da FIESP debateu ontem se os empresários deve se unir a outras entidades representativas da sociedade para defender junto ao Congresso Nacional a antecipação do plebiscito sobre o parlamentarismo para o ano que vem. O presidente da FIESP, Mário Amato, disse que a entidade ainda não tem posição sobre a antecipação. Segundo ele, os empresários se dividem em três correntes: antecipação, manutenção da data do plebiscito (1993) e aperfeiçoamento do presidencialismo. "Pessoalmente acho que primeiro se deve aprimorar o que temos, para depois começar a fazer modificações", disse (FSP).