O Sínodo Extrãordinário mantém quase por unanimidade a fidelidade aos documentos do Concílio Vaticano II. Até agora apenas o secretário da Comissão Teológica Internacional (um organismo da Cúria Romana), dom Philipe Delhaye, criticou os documentos, em especial pelo fato de terem se ocupado pouco dos padres, "gerando crises de abandonos vocacionais". O arcebispo de Huambo, Angola e São Tomé, dom Manuel Franklin da Costa, afirmou que o marxismo-leninismo não impediu, em sua opinião, a formação de uma consciência mais clara do papel dos discípulos de Cristo na Igreja (JB).