O advogado George Tavares pediu demissão do cargo de procurador-geral da Justiça Militar, que ocupava a quase 8 meses, alegando a vontade de voltar a exercer a advogacia criminal. Ele admitiu, entretanto, que pesou na decisão o fato de não ter sido nomeado ministro do Superior Tribunal Militar (STM), como lhe havia prometido, em março, o presidente eleito Tancredo Neves (JB).