A DÍVIDA EXTERNA BRASILEIRA

Segundo o jornal Folha de São Paulo, o ministro da Fazenda, Dilson Funaro, denunciou que o FMI o pressionou para que aumentasse a carga tributária do país e retomasse a política de arrocho salarial praticada no governo Figueiredo. O pretexto era transformar o déficit público, estimado em 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB), ao final do ano, em superávit de 4%. Conforme o jornal, Funaro disse que estas pressões ocorreram no seu primeiro contato com o FMI, em setembro, após haver assumido o ministério (FSP).