O secretário de Segurança Pública de Pernambuco, Mauni Antônio Figueiredo, incluído na lista de 444 torturadores divulgada pela Arquidiocese de São Paulo, foi inocentado pelo governador Roberto Magalhães. Porém, o assessor parlamentar da Câmara Municipal, Francisco de Assis Barreto da Rocha Silva, que na década de 70 respondeu a sete processos na Justiça Militar e cumpriu pena na penitenciária Barreto Campelo, assegurou que o secretário Mauni Figueiredo Integrava o sistema de torturas da época" (JB).