Segundo previsão dos técnicos, dirigentes de entidades representativas dos produtores e do governo do Rio de Grande do Sul, "se dentro de 15 dias não ocorrerem chuvas intensas no Estado, os prejuízos serão enormes na safra de verão 1985/1986". Até agora as perdas com a seca são de 15 mil toneladas de feijão da primeira safra e de aproxidamente 300 mil toneladas de milho, perfazendo um total de Cr$289,1 bilhões, levando-se em conta apenas os preços mínimos de Cr$199.380 a saca (feijão) e de Cr$47.856 a saca (milho) (GM).