Segundo o jornal Folha de São Paulo, os militares sediados em Brasília receberam com indignação a relação com o nome de 444 pessoas denunciadas como torturadoras em processo na Justiça Militar, divulgada pela comissão que preparou e editou o livro "Brasil: Nunca Mais". Conforme o jornal, diversos oficiais-generais consultados repudiaram a publicação da lista, afirmando que é preciso passar uma borracha neste período, pois a anistia foi feita para ambos os lados (FSP).