O presidente do Banco Central, Fernão Bracher, recuou e retificou suas declarações de que o governo não pagaria os US$445 milhões de empréstimos dos bancos Auxiliar, Comind e Maisonnave feitos a 100 bancos estrangeiros. Bracher alegou que foi mal interpretado e que caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN) decidir sobre o pagamento desses empréstimos, que serão utilizados como instrumento de negociação da dívida externa (JB).