A reivindicação dos produtores de álcool de que o governo compre uma produção adicional de 1,5 bilhão de litros ainda nesta safra foi descartada pelo ministro da Fazenda, Dilson Funaro. A cota prevista no plano da safra que se encerra era de 10,5 bilhões de álcool, e os produtores afirmaram, após reunião com Funaro e o ministro da Indústria e Comércio, Roberto Gusmão, que o governo não vai bancar mais do que 11 bilhões de litros (O Globo).