FIESP OPINA SOBRE A NOVA CONSTITUIÇÃO

O presidente da FIESP, Luiz Eulálio Bueno Vidigal, disse que "a próxima Constituição, para ser legítima, terá que estabelecer um balizamento da ação do Estado em termos de política econômica e de atividade produtiva, que hoje ultrapassam todos os limites de um país democrático". Para ele, a nova Constituição "deve estabelecer que o Estado não poderá criar órgãos de qualquer espécie para competir com a empresa privada, podendo excepcionalmente, desde que autorizado por lei complementar, formar empresas em setores não ocupados pela iniciativa privada ou de segurança nacional. Apenas em situações de emergência a União poderá intervir em empresa ou setor econômico" (O Globo).