Segundo o jornal O Globo, os presidentes de federações da indústria, que se reuniram ontem na Confederação Nacional da Indústria (CNI) para debater as pré-condições dos trabalhadores para o estabelecimento do pacto social, firmaram consenso em torno de duas questões: "não aceitam a trimestralidade e nem a redução imediata da jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais, por considerarem que tais medidas irão elevar muito os custos das empresas". Conforme o jornal, o senador Albano Franco, presidente da CNI, disse que os empresários ligados à construção civil são os que mais se manifestaram contra a redução da jornada de trabalho (O Globo).