Ao reconhecer que o governo federal não tratou como devia as reservas extrativistas da Amazônia, o presidente do IBAMA, Eduardo Martins, prometeu ontem que a nova administração do órgão vai dar prioridade à questão. Alegando que o extrativismo é "um grande desafio" tanto para o governo, como para os pesquisadores, Martins disse que o instituto vai consolidar as quatro áreas já existentes (Alto Juruá e Chico Mendes, no Acre; Vale do Guaporé, em Rondônia; e Cajari, no Amapá), buscando alternativas econômicas e técnicas que possam se adaptar às várias regiões (JB).