O prefeito eleito de São Paulo, Jânio Quadros, escolheu para assistente militar o coronel Antônio Coutinho e Silva, citado como um dos 444 torturadores na relação do "Projeto Brasil Nunca Mais", da Arquidiocese de São Paulo. Sobre a acusação, Coutinho respondeu: "participei da OBAN (Operação Bandeirante), onde cumpri ordens. Nunca torturei ninguém. Só atuei na guerra de rua" (JB).