Os anticoncepcionais serão incluídos na relação nacional de medicamentos essenciais, para serem distribuídos em todos os hospitais e postos de saúde da rede pública. A medida foi reivindicada pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) e aceita pelo presidente da Central de Medicamentos (CEME), João Gilvam Rocha. A distribuição dos anticoncepcionais só depende agora da liberação do Ministério da Previdência (O Globo).