Segundo o Ministério da Agricultura, as medidas de emergência na área de crédito agrícola, para sustentar o replantio de algumas culturas que ainda têm chances de sobreviver à prolongada estiagem, devem proporcionar uma economia de cerca de US$370 milhões nas importações de alimentos, previstas em um total da US$800 milhões para o próximo ano. As principais medidas são as seguintes: concessão de adiantamentos de 100% do Valor Básico de Custeio (VBC), unidade que mede os custos desembolsáveis para o plantio de um hectare, para o financiamento extra das culturas de milho, arroz sequeiro, soja, feijão e sorgo, entre outras; os financiamentos ao replantio serão liberados até 15 de janeiro próximo, à exceção do arroz sequeiro em São Paulo, com prazo até 31 de dezembro; e nivelamento da alíquota do PROAGRO (seguro agrícola) para 2%, paga pelo agricultor, reduzindo o valor dessa dedução, que chega em alguns casos a 18% (FSP).